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07
Jan
16


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Um ano novo que se inícia, depois de definir os objetivos, entre eles está sempre implícita a poupança, como não podia deixar de ser.

Assim hoje deixo-vos uma sugestão para que consigam um ter "um pé de meia" no final do ano.

Existem várias formas de poupar, com os salários baixos e muitas despesas, colocar dinheiro de lado todos os meses é cada vez mais um desafio.

No início de cada ano, tenho visto em vários blogs a sugestão de cumprir o desafio das 52 semanas, que consiste em colocar num mealheiro todas as semanas do ano o valor correspondente ao número da semana, semana 1, 1€, semana 5, 5€, semana 51, 51€, semana 52, 52€. O valor que se consegue poupar é muito convidativo, 1.378,00€, mas é também um desafio muito díficl de cumprir pela maioria das famílias, mesmo com algumas adaptações à realidade de cada um.

Assim convido-vos a fazer um desafio diferente, mais fácil de cumprir, para conseguirem um pé de meia em 2016, é sempre importante ter algum valor de lado para imprevistos:

Guardarem no início de todos os meses 10% do rendimento mensal

Também este desafio pode ter várias adaptações à realidade de cada um:

- Optei por indicar no início do mês, porque, se tiverem um salário fixo é a altura ideal para colocar esse valor de lado, pois infelizmente muitas famílias chegam ao final do mês com saldo zero ou negativo.

- Se vos vai fazer falta esse valor? Aí está o espírito do desafio, fazer um pequeno esforço para o conseguir cumprir, fazendo pequenos "cortes" que se traduzirão em poupança, não faltam dicas aqui no blog para isso.

- Se o vosso salário não for fixo, podem optar por estipular um valor igual para colocar de lado todos os meses, dentro das vossas possibilidades.

- Se conseguirem colocar mais a meio do ano ou no fim, o objetivo poderá ficar cumprido ainda mais cedo :)

- Fazendo umas continhas rápidas, fazendo contas ao salário mínimo, 10% de 500€ dá 50€ por mês, que multiplicado pelos 12 meses do ano dá 600€, não é uma poupança tão alta como a que referi em cima, mas grão a grão enche a galinha o papo e penso que será bem mais fácil de cumprir

- Se forem um casal e conseguirem colocar de lado 50€ por cada um já dará 100€ por mês, 1.200€ por ano.

- Afinal não vale propormo-nos a um objetivo que sabemos à partida que não conseguimos cumprir, é desmotivante

Quem alinha em participar neste desafio? Um pé de meia para 2016? 

publicado por Rosa Cristiana* às 09:48
12
Dez
12

Após ter visto a notícia na SIC fiquei intrigada relativamente às cauções da electricidade, água e gás e fui investigar melhor.

 

Pelo que percebi, nos contratos anteriores a 1999 os fornecedores dos serviços cobravam uma caução, pois caso acontecesse alguma coisa ao equipamento este ficaria pago. Mas este tipo de valores foram abolidos, mas as cauções não foram devolvidas.

 

 Desde 2007, que existe a possibilidade de pedir a devolução dessas cauções, mas muitas pessoas, como eu, nem tinham conhecimento disto. Estas cauções podem ser ainda pedidas até ao final de 2013.

 

Para pedir as cauções, podem enviar um requerimento à Direcção Geral do Consumidor, por carta para para a morada Praça Duque de Saldanha, nº 31-3º, 1069-013 Lisboa, ou para o e-mail dgc@dg.consumidor.pt, ou também preencher um formulário que existe para o efeito no Portal do Consumidor.

 

Junto com a carta ou com o formulário é necessário enviar os seguintes documentos:

  • identificação do consumidor, com cópia do B.I. ou cartão do cidadão e do cartão de contribuinte;
  • identificação da empresa;
  •  n.º do contrato e a morada de fornecimento;
  • NIB da conta bancária do consumidor;
  • caso não seja o titular do contrato (porque este faleceu), mencione em que qualidade se apresenta: como herdeiro ou cabeça de casal da herança.

Para mais informações acerca deste assunto podem consultar o site da Deco Proteste.

 

Peçam as vossas cauções antes que termine o prazo, afinal se pagaram sem razão, há que reaver o dinheiro :)

publicado por Rosa Cristiana* às 09:31
12
Nov
12

 

Verifiquei recentemente uma situação de uns familiares cuja filha estudante não teve direito a nenhum escalão de abono escolar mesmo com rendimentos muito baixos.

 

Quando fomos saber o porquê da situação, verificámos que o filho mais velho, que já saiu de casa, ainda estava agregado aos rendimentos da família, e nesse caso os rendimentos já ultrapassavam o escalão máximo para atribuição de escalão.

 

O mesmo poderá acontecer para fazer o pedido de outro subsídio em que influencie os rendimentos do agregado familar, ou também em caso de necessidade de rendimento de inserção, quando um ou os dois membros do casal perde a totalidade dos rendimentos ou não tem direito a desemprego, o que acontece cada vez mais infelizmente.

 

O que aconselho para que não aconteçam estas situações desagradáveis em que as pessoas perdem subsídios e regalias a que têm direito apenas porque os rendimentos não foram atualizados. Quando um filho sair de casa ou deixar de partilhar os rendimentos com o agregado familiar devem preencher o formulário de alteração dos rendimentos para que não haja surpresas desagradáveis, pois quando as pessoas não têm como suportar as despesas e ainda perdem o abono dos filhos torna-se insustentável.

 

Podem fazer as alterações preenchendo o formulário de Alteração de dados, Mod. GF 37/2012 e entregando num serviço de atendimento por carta, ou enviando por carta para o Centro Distrital da área de residência.

 

Com as informações atualizadas tudo funciona muito melhor :) 

publicado por Rosa Cristiana* às 08:21
31
Out
12

Hoje, no dia Mundial da Poupança, a minha dica é aprender a viver com os rendimentos.

 

Penso, que o problema de muitas famílias que estão neste momento endividadas, não é apenas o facto de terem ficado desempregadas ou de terem muitas despesas, é mesmo a necessidade de saber viver com os rendimentos.

 

Se antes ganhavam 1000€ mensais e agora só recebem 500€, não podem manter as despesas que tinham anteriormente. O primeiro aspecto muito importante é não fazer créditos para tudo e mais alguma coisa e quando fizerem créditos que esse valor não ultrapasse 30% do rendimento total do agregado familiar, para que, quando houver uma redução do rendimento não haja surpresas.

 

Sei que há muitas pessoas que poupam, poupam, apertam até ao último tostão e mesmo assim não conseguem chegar ao final do mês com saldo positivo, essas merecem ser ajudadas e devem procurar ajuda. Nunca recorram a cartões de crédito para pagarem as dívidas nem caiam no erro de fazer mais créditos porque ficarão ainda mais individadas.

 

Mas vejo também muitos casos de pessoas que simplesmente não fazem nada para poupar, e para chegarem ao final do mês com dinheiro. Que continuam com os mesmos hábitos que tinham antes, quando o rendimento era maior, que continuam a ir todos os dias tomar o pequeno almoço ao café, que almoçam imensas vezes fora e quando o fazem em casa ainda compram comida pré-feita, que não deixam de ir 4 vezes por semana ao cinema, mas quando chega o final do mês ou comem apenas leite com pão, ou vão pedir comida e ajuda.

 

Revolta-me este tipo de pessoas. Se vivem realmente em dificuldade e se o rendimento mensal desceu drasticamente temos que nos adaptar a ele e não ficar à espera que nos ajudem, procurar ganhar mais dinheiro, procurar trabalho, quando a situação é desemprego, procurar fazer alguma coisa, não ficar parado e manter o mesmo tipo de vida com extravagâncias. Se o rendimento diminui, se precisamos de estabilizar a nossa economia familiar é preciso cortar nalgumas despesas e não ficar sempre à espera de ajudas dos outros.

 

Não me refiro apenas a despesas de lazer, a pequenos luxos, quando a situação é complicada devemos ir cortando também noutras coisas em pequenas coisas, pois cêntimo a cêntimo, conseguimos uma grande poupança ao final do mês. Se antes comiamos no restaurante da esquina à hora de almoço, passamos a levar uma marmita para o trabalho, quantas pessoas não o fazem desde sempre? Além de ficar mais barato, é também muito mais saudável. Fazer compotas caseiras também fica mais barato que comprar, tal como biscoitos e bolos. Também na limpeza e decoração da casa podemos cortar em pequenas coisas e juntar mais ao final do mês, e até mesmo em higiene e beleza os cortes podem ser consideráveis.

 

Acompanhem o Dicas para Poupar e vão conhecendo muitas dicas para reduzir a despesa do orçamento familiar e assim conseguir chegar ao final do mês com Saldo Positivo :)

 

É muito bom quando temos uma despesa imprevista, termos dinheiro, não precisarmos de nos endividar mais ou pedir emprestado a amigos ou familiares, ou simplesmente ficar com o problema por resolver porque não temos dinheiro.

 

Sabe sempre bem ver que conseguimos poupar mais um pouco ao final de cada mês e não vamos precisar de andar a apertar quando chega o seguro do carro ou uma avaria {#emotions_dlg.sol}

publicado por Rosa Cristiana* às 09:13
17
Set
12

Para mim, pagar coisas a prestações é algo que evito ao máximo, se posso compro, se não posso não compro.

 

Opto sempre por pagar as coisas a pronto, móveis, electrodomésticos, entre muitas outras coisas. Nós temos apenas o empréstimo da casa, com muito custo, mas não havia outra hipótese.

 

Mas muitas vezes as promoções e ofertas de pagar coisas em prestações são tentadoras e muitas pessoas podem optar por pagar sem juros, só que nalgumas vezes, não são realmente sem juros e com a prestação vamos ter custos extra em juros, despesas e comissões.

 

Já vi por várias vezes anunciarem que podemos pagar em 10 ou 12 meses, ou até mais sem juros, ou com 0% de juros, mas depois quando vamos a ler as letras pequeninas, temos lá escrito TAEG 5%, ou qualquer outros valores. Isto acontece porque a taxa nominal (TAN) pode até ser de 0%, mas depois ao fazermos a prestação existem sempre despesas e comissões, por isso o valor da TAEG, assim devemos sempre ler as letras pequenas e certificarmo-nos que ao pagar a prestação pagamos exactamente o mesmo que se fosse a pronto.

 

Estes são apenas alguns exemplos das publicidades que encontramos.

 

                    

 

Pelo sim pelo não, eu prefiro sempre pagar a pronto, não gosto cá de créditos e ter que pagar juros :)

publicado por Rosa Cristiana* às 08:59
10
Set
12

 

Desde a promoção do Pingo Doce no 1º de Maio que se têm seguido imensas promoções, não só no Pingo Doce como em outros hipermercados, parece que as promoções viraram moda.

 

No entanto, várias pessoas têm comprado produtos sem controlo e depois acabam por gastar dinheiro a mais que iriam precisar para outras coisas. Ao invés de poupar, há imensas famílias que acabam por gastar mais.

 

Antes de comprar um produto que esteja em promoção devemos ter em atenção vários aspectos:

 

- Verificar se é um produto que precisamos ou habitualmente consumimos

- Verificar se a promoção compensa relativamente a outros produtos habituais ou a outros supermercados

- Verificar se é um produto com validade alargada ou que não se estraga

- E muito importante verificar o valor do orçamento que podemos gastar em compras, se não vamos ultrapassar esse valor, enchendo o stock sem necessidade.

 

Acontece com várias pessoas gastar um valor avultado em compras com estas promoções, enchendo a despensa de modo exagerado e depois quando aparece uma despesa extra, não há dinheiro.

 

Não se deixem iludir pelas promoções e comprem só o que podem, existem muitos produtos que estão regularmente em promoção e não há necessidade de abastecer o stock todo de uma vez.

 

Eu pessoalmente, devo dizer que foram poucas as promoções do Pingo Doce, por exemplo, que aproveitei, porque simplesmente não eram produtos que habitualmente consumo, ou não compensava o valor que ia gastar para comprar os produtos em promoção.

 

Acho que estas promoções têm sido uma forma de atrair clientes e "iludir" as pessoas que estão a poupar, mas no fundo acabam é por gastar mais.

publicado por Rosa Cristiana* às 08:47
01
Ago
12

Um aspecto importante para quem quer começar a poupar, mas tem sempre o bichinho de fazer compras que não deve, é o aprender a dizer NÃO!

 

 

 

 

Não é só às crianças que devemos dizer não, é também importante dizer não a nós próprios.

 

Têm muitos pares de sandálias, mas vêm aquelas bonitas na montra e vão logo comprar, não, devemos dizer não as extravagências, se não precisamos ou é apenas mais um pequeno luxo, é essencial dizer não vou comprar, tenho que poupar!

 

O mesmo acontece com guloseimas e doces, um de vez em quando não faz mal, mas se não posso comprar, não compro, aliás até faço em casa, que fica sempre mais barato, delicioso e saudável.

 

 

 

publicado por Rosa Cristiana* às 08:06
16
Jul
12

Com os tempos de crise em que estamos, muitas pessoas não podem ir de férias, ou apenas têm dinheiro para umas pequenas férias lowcost.

 

Podemos ter férias sem gastar muito dinheiro, não é preciso ir para o estrangeiro para passar ter umas boas férias.

 

Portugal é muito grande e tem muitos sitios bonitos para visitar, além disso estamos também a ajudar o turismo português.

 

Para quem está farto do stress da cidade ou dos trabalhos, pode fazer um refúgio em locais mais isolados como uma serra, o alentejo, no norte ou então na praia para quem goste de mar :)

 

Podem planear uns dias e dormir numa pousada ou pequenas residenciais mais baratas, ou então ir apenas durante um dia visitar locais, tirar fotografias ou apenas passar uns dias na praia, depende dos gostos.

 

Não é necessário gastar muito dinheiro para passar uns férias boas e felizes em família ou entre amigos :)

 

Se este ano não podemos ter umas férias melhores vamos poupar e talvez no próximo ano seja melhor {#emotions_dlg.sol}

publicado por Rosa Cristiana* às 08:12
09
Jul
12

Alguns leitores me pedem ajuda como controlar as despesas mensais e como conseguir chegar ao final do mês com saldo positivo, muitos se queixam que chegam a meio do mês já com o dinheiro contado e que não chega para as despesas.

 

Se estamos a gastar mais que aquilo que ganhamos é preciso cortar despesas, para conseguir controlar as despesas e ver onde cortar o primeiro passo é registar todos os dias as despesas daquele mês, todas mesmo, desde um simples café, a uma consulta médica ou um jantar fora com amigos.

  

Em cada parcela apontar em que é que foi gasto aquele dinheiro, para depois no final do mês se verificar no que podemos cortar, é preciso ser selectivo e cortar com todos os pequenos luxos, principalmente em casos de endividamento.

 

Depois todos os meses devemos registar as despesas para ir controlando os valores e verificar se não há nada que está a escapar, quando perceberem que já conseguem ver o valor médio das despesas mensais em cada parcelas das despesas mensais, um valor para o crédito, outro para o condomínio, um valor para combustíveis, outro para compras, nessa altura o melhor é fazer um orçamento familiar e tentar todos os meses ficar abaixo desse valor ou pelo menos não ultrapassar os valores estipulados no orçamento.

 

No mês que ultrapassarmos alguma despesa devemos descontar no mês seguinte, torna-se um exercício a ver o que somos capaz de poupar, se forem decididos em mudar e atingir a estabilidade financeira vão ver que conseguem obter grandes poupanças que anteriormente nem imaginavam.

 

O importante é agir sempre com espírito de poupança :)

publicado por Rosa Cristiana* às 08:40
02
Mar
12

Uma coisa muito importante para conseguir manter as contas direitas, é não comprar se não tivermos como pagar.

 

Acho que a principal razão de muitas famílias estarem endividadas, é mesmo terem comprado muita coisa e feito créditos com valores que não podem pagar, o valor dos nossos créditos nunca devem ser superiores a 30% dos rendimentos.

 

Tenho conhecimento de muitas famílias que tinham créditos equivalentes a 80% dos valores dos rendimentos ou mais, depois falha um salário e começa o endividamento.

 

Se não tenho dinheiro para ter 3 TV's LCD, tenho apenas um, a um preço que eu possa pagar, de preferência a pronto.

 

Eu não gosto de fazer créditos, nem de prestações, por isso tento sempre comprar só quando tenho dinheiro para pagar, não tenho gosto em ter a casa toda decorada, mas ter que pedir dinheiro para pagar tudo, prefiro ir decorando pouco a pouco, conforme as possibilidades.

 

Gosto sempre de prevenir em vez remediar{#emotions_dlg.sol}

publicado por Rosa Cristiana* às 08:00
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