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Mar
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Calculo que até mesmo os mais ricos gostem de poupar, apesar de não perderem muito tempo a fazer contas à vida. Por isso, para bem de todas as famílias e respetivas carteiras, reuni algumas dicas que até podem parecer insignificantes mas que podem, efetivamente, ajudar a poupar na conta de eletricidade. A primeira tem a ver com a certificação energética. Já tem o certificado?

É que ao mandar fazer a certificação energética da sua habitação terá não só acesso à avaliação da eficácia energética atual, como também a medidas de melhoria para reduzir o consumo, fornecidas por peritos especializados. Neste caso seria uma vantagem para identificar gastos e descobrir o há de errado na sua casa, potenciando economias de 20 a 40%, que resultam numa clara redução de fatura.

 

Vejamos então dicas concretas:

 

  1. Escolha eletrodomésticos da classe A, A+ ou A++. O tipo de eletrodomésticos que escolhe para a sua casa é determinante na conta da eletricidade ao final de cada mês, contribuindo inclusivamente para a eficácia avaliada na certificação energética. Opte pelos que têm etiqueta energética da classe A, A+ ou A++, pois o consumo de energia é bastante inferior em relação aos modelos de classes mais baixas.
  2. Utilize as tarifas bi-horárias. Paga quase metade do preço normal se utilizar os eletrodomésticos nas horas do vazio, regra geral, entre as 22 e as 8 horas.
  3. Não deixe os seus aparelhos em stand-by. Para poupar na conta da eletricidade é fundamental desligar completamente televisões, computadores, DVDs, carregadores de telemóveis, etc., pois o consumo em stand-by não é assim tão baixo como pensa.
  4. Troque as lâmpadas incandescentes e de halogénio. Opte pelas economizadoras, que reduzem até 80% o consumo de energia elétrica em iluminação, aumentando a eficácia que é avaliada na certificação energética e podendo poupar até 2,1% no consumo de eletricidade.
  5. Apague as luzes. Evite deixar luzes acesas em espaços que não está a utilizar ou em espaços vazios.
  6. Veja se tem lâmpadas limpas. Verifique a limpeza do sistema de iluminação, pois uma lâmpada limpa é mais luminosa e eficiente.
  7. Modere o aquecimento. Não aqueça a casa mais do que o necessário. Se descer dois graus na temperatura habitual não vai notar grande diferença e permitirá poupar na conta da eletricidade. Procure também ver como está o isolamento térmico da casa. Neste caso, os peritos da certificação energética poderão ser uma grande ajuda.
  8. Tenha atenção ao frigorífico. É certo que o frigorífico tem de estar sempre ligado, mas se o colocar junto a uma fonte de calor ou num local exposto ao sol vai estar a aumentar o consumo energético. Assim, coloque-o num local fresco e ventilado, ajuste o termostato entre os 4 e os 7 graus no compartimento do frigorífico e -18ºC no congelador, deixando os alimentos arrefecer antes de os colocar no seu interior. Descongele-o também regularmente, antes que a camada de gelo atinja os 3 milímetros de espessura, pois o gelo também aumenta o consumo. Mais uma vez escolha os frigoríficos da classe A, A+ ou A++, que permitem poupar até 60% de energia.
  9. Utilize programas económicos das máquinas de lavar. No que diz respeito à loiça, use o programa normal apenas quando a loiça está muito suja, optando sempre que possível pelos programas económicos (50ºC a 55ºC). Tenha a mesma filosofia para a roupa: as máquinas hoje em dia já lavam bem a temperaturas baixas. Espere também até ter roupa para encher uma máquina.
  10. Controle o uso do forno elétrico. Os fornos hoje em dia raramente precisam de pré-aquecimento, pois já aquecem rápido. Utilize a função grill só quando for absolutamente necessário, pois consomem até duas vezes mais, cozinhe em recipientes apropriados, feche bem a porta, aproveite ao máximo a capacidade cozinhando o maior número de alimentos possível de uma só vez e desligue o forno cerca de 5 minutos antes das refeições mais demoradas estarem terminadas.

Foto de livre utilização (pixbay)

publicado por Rosa Cristiana* às 08:56
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