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10
Set
15

Já tinha uma saca de tomates que trouxe de casa da minha e depois ainda me deram outra, eram tantos tomates maduros e eu sem saber que fazer, ora se nos dão tomates temos que aproveitar e foi desta então que fiz doce de tomate, já andava para fazer à imenso tempo, mas o tempo escasseava sempre.

Afinal não demorou assim tanto tempo e ficou uma verdadeira delícia.

Ingredientes:

- tomates maduros (renderam 3 kg e pouco depois de arranjados)

- 3 maçãs (podem ser adicionadas com a casca)

- açúcar (coloquei 2 kg em 3 kg de tomate, uso sempre mais ao menos esta proporção açúcar para quilos de fruta)

 

Modo de preparação:

Descascar os tomates e limpá-los de sementes, como os meus estavam bem madurinhos a pele saiu perfeitamente, mas para descascarem melhor podem escaldá-los em água fervente (colocar um tacho com água a ferver, fazer pequenos golpes em forma de cruz em cada tomate e colocar na água a ferver cerca de 1 minuto, levantar a pele e retirar debaixo de água fria), retirei algumas sementes mas não fui meticulosa (como podem ver pelas fotos do meu doce), parti em pedaços para uma taça e só no final pesei, depois de escorrido já algum sumo dos tomates.

Descascar as maçãs ou retirar apenas o caroço (a casca da maçã tem mais pectina que vai dar mais consistência ao doce, daí usar as massas de forma a fazer o doce mais rápido e mais consistente), aproveitei que tinha estas na fruteira mesmo antes de ir de férias, mas se gostarem podem adicionar mais quantidade, é ao gosto de cada um.

Coloca-se depois num tacho grande camadas de tomate com a maçã e o açúcar, mexendo bem, deixa-se ferver em lume brando mexendo de vez em quando. Quando o doce começar a engrossar mais é necessário mexer com mais frequência e nessa altura já podem triturar com a varinha mágica, caso pretendam.

Entretanto podem colocar um pratinho no congelador para refrescar, retirar uma colher de doce para o prato fazendo depois um risco ao meio, se o doce se separar como uma estrada (ponto de estrada) está pronto, caso contrário devem deixar mais um pouco ao lume até atingir o ponto. O prato no congelador serve para simular a consistência do doce quando estiver frio e assim verificar mais correctamente. Esta quantidade de doce demorou cerca de 2h e meia.

Depois é só colocar ainda quente em frascos previamente esterilizados (no microondas ou em água a ferver), encher bem os frascos e tampar, depois virar os frascos ao contrário ("de patas para o ar") e deixar arrefecer.

Depois de frios podem guardar num local fresco e seco ou no frigorífico. Com estas quantidades de açúcar o doce não dura durante tanto tempo, mesmo assim penso que ainda durará uns bons meses e se quiserem fazer já algumas prendinhas para o Natal não haverá qualquer problema, desde que os selem conforme indiquei em cima e os guardem num local não muito quente. Não tenho muita experiência de duração nos meses pois os doces cá em casa não duram muito tempo, uns para oferecer, outros para consumir, quando são bons vão embora rápido. É o caso deste, vejam só que quando tirei a foto já faltavam ali uns 3 ou 4 frasquinhos :)

Doce de tomate não é a única coisa que se pode fazer para aproveitar tomates, podem também fazer polpa de tomate caseira, molho de tomate para pizza (ou para acompanhar massas) ou simplesmente triturar o tomate e colocar em taças miniatura ou em cubos de gelo (para ocupar menos espaço) e congelar. Por vezes utilizo este método quando os tomates são muito grandes como este ano, quando são pequenos e poucos, lavo-os e congelo o tomate inteiro, isto quando há espaço.

Espero que tenham gostado das sugestões de hoje :)

Este foi o meu primeiro doce de tomate e correu lindamente e vocês já fizeram alguma vez? Gostaram da experiência?

Vai um bolachinha?

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publicado por Rosa Cristiana* às 14:35
02
Set
15

Depois das férias estou de volta com muitas novidades, hoje trago algumas dicas das refeições que é possível fazer com sobras de carne, no meu caso eram sobras de várias refeições, de frango estufado, de carne assada, entre outras sobras que fui guardando no congelador, toda junta era um quilo de carne, que foi toda picada na picadora (quem tem filhos pode aproveitar também para juntar alguns legumes cozidos à mistura).

Preparei a carne para croquetes, fazendo juntando também sobras de molho para dar mais sabor, rendeu uma refeição para 4 pessoas e 20 rissóis e 23 bolinhas que congelei, que mais tarde renderam mais 5 refeições para duas pessoas.

Resumindo, rendeu as seguintes refeições:

- Croquetes e rissóis para 4 pessoas

- 2 refeições de rissóis para 2 pessoas

- 1 refeição de rissóis para 1 pessoa

- 2 refeições de croquetes para 2 pessoas

- 1 refeição de "almôndegas" para 1 pessoa

- 1 tacinha de paté de carne (usei para entrada, mas daria facilmente uma refeição numa sandes acompanhada de tomate, alface e um ovo cozido)

Agora vamos às receitas:

- Para os croquetes (bolinhas) podem ver aqui a receita, usei o mesmo recheio para fazer os rissóis de carne, para panar utilizei pão ralado aromatizado caseiro.

- Para as "almôndegas", acrescentei a um pouco de molho de tomate algumas bolinhas dos croquetes

- Para o paté, retirei um pouco de carne, depois de a passar na picadora, antes de fazer o preparado dos croquetes e acrescentei maionese até ter a consistência desejada.

Estas são apenas algumas sugestões de aproveitamento de sobras de carne, para outras sobras podem ver aqui.

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publicado por Rosa Cristiana* às 08:26
29
Jul
15

A cerca de 15 dias das férias, por cá  é altura de limpar o congelador, pois todos os anos o descongelo e deixo tudo desligado durante as férias.

Assim, foi altura de gastar uns frutos vermelhos que andavam pelo congelador há algum tempo, foram comprados para uma sobremesa, mas as sobras ficaram sempre lá, as ideias eram várias, mas por falta de tempo ou por a quantidade também já era pouca foram ficando sempre, até que decidi transformá-los num delicioso frasquinho de compota.

Ingredientes:

150g de frutos vermelhos congelados (se forem frescos melhor)

7 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (sopa) de água

raspa de 1/2 limão

 

Modo de preparação:

É uma receita muito simples, basta num pequeno tacho colocar os frutos vermelhos, podem ser ainda congelados, o açúcar, a água e a raspa de limão e deixar ferver em lume brando, mexendo com frequência.

Ter em atenção que como é pouca quantidade de doce atinge o ponto rapidamente, quando atingir ponto de estrada desligar e colocar num frasquinho previamente esterilizado. A mim rendeu apenas um pequeno frasco que utilizamos para barrar no pão ou em torradas.

Poderia simplesmente fazer um batido, ou um gelado batendo os frutos ainda congelados com um pouco de iogurte grego ou natas, mas ainda me falta o bem dito liquidificador, que a minha picadora não é eficaz em experiências deste tipo e achei que para nós seria mais útil esta compota.

Em breve teremos mais receitas relativamente a esta missão da limpeza do congelador, que poderão também usar com sobras de outras refeições.

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publicado por Rosa Cristiana* às 09:21
21
Jul
15

Bem toda a gente sabe fazer salada de fruta certo?

Por isso acho uma autêntica maluqueira estar aqui a publicar uma receita de salada de fruta, mas como esta foi diferente, decidi partilhar a minha experiência.

Normalmente fazemos salada de fruta utilizando as frutas em calda das quais também adicionamos a calda e depois juntamos pedaços de outras frutas, desta forma não precisamos de adicionar qualquer sumo, colocamos apenas um pouco de vinho do porto, quando não há crianças claro.

Mas desta vez tínhamos bastantes morangos oferecidos por uma vizinha e pêssegos madurinhos e deliciosos, tudo biológico, por isso não iríamos usar o sumo de lata, teríamos que arranjar algum outro molho para a nossa salada de fruta.

A solução passou por adicionar à salada sumo de laranja, também biológica, mas sem exagero para não saber em demasia, não adiciconámos açúcar porque já as frutas já eram doces.

E assim ficámos com uma salada de fruta 100% natural, a custo zero :)

Porque toda a fruta foi toda oferecida por vizinhos e familiares :) 

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E vocês já fizeram alguma experiência deste género?

 

publicado por Rosa Cristiana* às 09:35
26
Jun
15

Desde alguns meses para cá começámos a fazer o nosso próprio pão.

Optámos por fazer broa por ser mais prático, durar fresca durante mais tempo e porque assim não iríamos gastar luz pois seria cozido no forno a lenha, mas também poderão fazer no forno eléctrico.

Nunca tinha amassado broa, já tinha feito alguns folares da Páscoa, mas a broa tem outros segredos e até a consistência final fica um pouco diferente, por isso foi uma verdadeira aventura quando certo dia em conversa com uma vizinha pusemos a hipótese de fazer broa, já tínhamos farinha de trigo e de centeio, só faltava mesmo a de milho, cujo problema se resolveu moendo o milho que tínhamos em casa e peneirando. Normalmente a farinha usada pela vizinhança é de milho branco, mas como só tínhamos milho amarelo foi dessa que usámos e a experiência foi tão positiva que ainda se mantém a receita.

O próximo passo era arranjar uma receita, a que encontrei e me pareceu mais interessante foi esta, mas decidimos desde logo dobrar a receita, mais tarde fiz algumas alterações e achámos que ficou melhor, por isso a receita final é um pouco diferente:

Ingredientes:

2 kg de farinha de milho

2 kg de farinha de centeio

2 kg de farinha de trigo tipo 65

100g de sal

80g de fermento

cerca de 3 litros de água a ferver

cerca de meio litro de água morna

 

Modo de preparação:

O adequado seria usar uma masseira ou uma gamela de madeira para amassar o pão, mas como ainda não encontrámos nenhuma ao nosso gosto continuamos a amassar numa bacia grande de plástico e tem funcionado bem. Colocar apenas a farinha de milho e ir adicionando a água a ferver até envolver e escaldar toda a farinha, com a ajuda de uma colher de pau (cuidado para não se escaldarem, a água tem que estar mesmo a ferver), tapar com um pano e deixar repousar um pouco.

Misturar o sal numa chávena com água a ferver e dissolver bem. Noutra taça dissolver o fermento num pouco de água morna (ter atenção que água muito quente mata o fermento).

Juntar as outras farinhas à farinha de milho escaldada e misturar bem, abrimos um buraco no meio e adicionar a água do fermento e do sal que entretanto também já arrefeceu um pouco. Depois é só amassar bem até ficarem todas as farinhas incorporadas e ir adicionando água até a massa ficar a consistência correcta, fica sempre um pouco húmida e a agarrar nas mãos, quando estiver amassada, separar das paredes da bacia (gamela ou masseira), polvilhar com um pouco de farinha de trigo, batendo em toda a volta, para que a massa deixe de agarrar às mãos e desenhar uma cruz na massa (apesar de não sabermos a receita esta é uma tradição antiga e é sempre cumprida). Tapar com um pano e deixar levedar. A massa está pronta quando tiver "estalada" bastante. Não sei precisar o tempo, nós vamos dando uma olhadela de vez em quando e com o tempo quente leveda mais rápido.

Para levar ao forno também existem alguns segredos. Tiramos porções de massa com a ajuda de um prato  e colocamos numa taça redonda previamente polvilhada com farinha (usamos uma tendedeira de madeira) e tender a massa, ou seja, atiramos ao ar algumas vezes. Depois levamos ao forno, pode ser colocada uma couve por baixo, ou colocar sem nada (para isso o forno é bem limpo de cinza e brasas com um vassouro molhado feito de ramos de carqueja), repetir o processo até terminar a massa.

Deixamos no forno cerca de meia hora até estarem cozidas. A maioria das vezes também optamos por fazer uma bôla com chouriço com sardinha, uma delícia.

Podem optar por fazer metade da receita e também pode ser cozido em forno eléctrico, pré-aquecido a 200ºC durante cerca de 35 minutos.

Tem ficado sempre muito bom e uma broa conserva-se durante cerca de uma semana sem ficar dura, agora no verão colocamos no congelador para que não se estrague e vamos tirando.

Em breve terei outras aventuras no mundo do pão caseiro.

Custo: Esta receita tem um custo de 3,00€ e rende entre 7 a 10 broas, depende do tamanho. Dá algum trabalho mas o resultado final é muito compensatório 

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Bom apetite :)

publicado por Rosa Cristiana* às 09:00
04
Jun
15

Levar o almoço para o trabalho é uma poupança significartiva no orçamento de qualquer família, o dinheiro que dariam por uma refeição de um dia dá para preparar os almoços da semana inteira, ou quase. Contabilizando um valor de 6€ por refeição, que na maioria dos casos é superior, em 20 dias de trabalho, temos um custo de 120€, este custo pode ser reduzido para cerca de um terço, pelo menos.

No entanto nem sempre é fácil escolher as melhores refeições para levar, para ser aquecida, para comer fria ou simplesmente para levar dentro de um termo para se manter morna, por isso hoje deixo algumas sugestões para ajudar nesta tarefa.

Refeições rápidas e práticas de aquecer, caso tenham cantina com microondas ou forno para aquecer:

Lasanha de frango

Massa com frango gratinada

Barrinhas de pescada no forno

Massa recheada com presunto

Arroz de pato

Massa com atum

Carne estufada com legumes e massa

Salada russa

 

Refeições que podem ser comidas frias, principalmente agora no verão, acompanhados de uma salada (levar os temperos à parte):

Empadas de frango

Quiche de frango

Rissóis de atum

Bolo de bacalhau com azeitonas

Bolos de bacalhau

Sonhos de peixe

Folhado de carne

- Croquetes de carne ou peixe

- Pizza caseira ou mini-pizza

Bifes panados

 

Boas receitas e boas poupanças :)

publicado por Rosa Cristiana* às 08:31
27
Mai
15

Parece que este ano o Verão decidiu despertar mais cedo e com o calor também apetecem comidas mais leves e rápidas, por isso esta salada é mais uma refeição muito fácil de preparar e ideal para os dias mais quentes.

Ingredientes:

800g de grão de bico cozido (podem usar em frasco, eu cozi em casa)

3 postas de bacalhau

4 ovos

1 cebola

1 ramo de salsa

azeite, vinagre e sal q.b.

 

Modo de preparação:

Colocar um tacho com água a ferver, levar a cozer o bacalhau e os ovos temperados com o sal, ter em atenção se o bacalhau já estiver salgado.

Como já tinha o grão de bico cozido anteriormente na panela de pressão, depois de cozido basta apenas desfazer o bacalhau em lascas e descascar os ovos, picar a cebola e um ramo de salsa para uma tigela.

Servir o grão de bico com o bacalhau, os ovos partidos, polvilhar com a cebola e a salsa, temperar depois com um pouco de azeite e vinagre e está pronto a comer.

Esta receita deu para duas refeições de 2 pessoas.

Custo: Tive um custo de 1,60€, uma vez que cozi o grão de bico em casa, brevemente falarei da poupança que obtemos e os ovos eram caseiros, se tiverem que comprar os ovos ficará por: 2,20€.

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Bom apetite :)

publicado por Rosa Cristiana* às 08:26
28
Abr
15

Frango assado no forno, pato assado ou outras carnes assadas são comidas que gostamos, mas demoram sempre mais tempo, um frango estufado é mais rápido que fazer frango assado no forno e durante a semana o tempo para cozinhar é sempre mais curto.  

20141105_213812-1.jpgNo entanto com esta pequena dica, que me deu a minha sogra, torna-se mais rápido fazer assados no forno.

Colocar o assado antes no bico do fogão deixando ferver uns 20 minutos, depende se é carne, batatas, peixe e depois levar ao forno já pré-aquecido, assim o assado ferve mais rapidamente e fica pronto em menos tempo, no entanto tem um senão, penso que não será aconselhável quando utilizamos pirex de vidro.

Quando faço batatas assadas, faço sempre assim também, depois de estarem cozidas é só levar ao forno uns minutos para alourar e ficam uma delícia, da última vez utilizei um tacho para fazer ao lume e depois virei com cuidado para o pirex em vidro e levei ao forno 10 minutos.

Há sempre solução quando a intenção é poupar tempo e também dinheiro, pois um bico seja a gás ou electricidade por norma gasta menos que o forno.

Boas poupanças :)

publicado por Rosa Cristiana* às 11:45
21
Abr
15

Conhecem alguém que não goste de café?

Realmente não conheço quase ninguém, a não ser eu, desde pequena que não gosto de café, não gosto e pronto, até gosto do cheiro mas não do sabor, então nunca pensei muito em fazer bolo de café.

No entanto no outro dia apetecia-me fazer um bolo diferente, mas os ingredientes disponíveis não eram muitos, então decidi testar, se eu não gostasse haveria outras pessoas que iriam adorar :)

Por isso assim que vi esta receita no blog da Luísa Alexandra, decidi experimentar.

Ingredientes:

6 ovos grandes

1 chávena e meia de açúcar

2 chávenas de farinha com fermento (Branca de Neve)

1/2 chávena de leite morno

2 colheres (sopa) de café solúvel

1 colher (sobremesa) de canela

1 colher (chá) de fermento em pó

2 colheres (sopa) de óleo

 

Modo de preparação:

Separar as gemas das claras, bater as claras em castelo bem firme.

Entretanto bater muito bem as gemas com o açúcar, dissolver o café no leite morno, para incorporar melhor na massa. À gemada, ir adicionando alternadamente a farinha e o leite, batendo sempre, juntar a canela, o fermento e o óleo, batendo novamente muito bem.

Envolver as claras já batidas em castelo e misturar até a massa ficar com bolhas.

Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante cerca de 30 minutos, verificar com um palito.

Fica um bolo super leve e delicioso, dito por mim que nem gosto de café.

O J. diz que dispensava a canela, para a próxima faço sem canela para experimentar.

Custo: Sem contabilizar o custo dos ovos que eram caseiros temos um valor inferior a 0,50€, contabilizando os ovos fica em 1,20€.

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Bom apetite :)

publicado por Rosa Cristiana* às 14:00
31
Mar
15

Cá em casa utilizo quase sempre piri-piri, pimenta é raro utilizar, aliás devem já ter reparado pelas minhas receitas, normalmente utilizo do moído comprado, que é mais prático, no entanto tendo malaguetas caseiras é sempre muito mais divertido fazer piri-piri.

Vi muitas receitas na net com azeite e andava tentada a fazer, mas foi com o meu sogro que aprendi esta dica para fazer piri-piri caseiro, sem grande dificuldade e que durará muito tempo.

Basta apenas dois ingredientes, malaguetas e aguardente, basta colocar num frasco e deixar a marinar por pelo menos uma semana, para ganhar picante.

Depois basta, colocar uma pequena colher na comida para já dar bastante picante, dependendo da quantidade de malaguetas que coloquem fica mais ou menos picante.

A vantagem de utilizar aguardente em vez de azeite é a durabilidade, pois com o azeite passado algum tempo pode ficar rançoso, enquanto que com aguardente isso não acontece.

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P.S. O passatempo do Kakebo terminou, em breve serão anunciados os vencedores.

publicado por Rosa Cristiana* às 08:34
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